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Uso de moto da residência para o trabalho não dá direito a adicional de periculosidade


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A Sexta Turma do Tribunal Superior do Trabalho rejeitou recurso de um montador de móveis da Via Varejo S.A. em Campo Grande (MS), que pretendia receber o adicional de periculosidade por usar motocicleta no deslocamento de sua residência para o trabalho.

Foi mantida, assim, a conclusão de que o caso dele não se enquadra entre as atividades perigosas exercidas em motocicletas, como as de moto transporte, motoboy e moto taxista.

Ouça mais detalhes na reportagem com Anderson Conrado.